Olho ao longe, pela janela
Através daquela árvore brilha a Lua
A luz acompanha a sombra dela,
Na minha memória, sempre nua.
Sem roupas nem preconceitos,
Apenas bela e sem defeitos.
Caminhando, agita os lindos peitos,
Onde a imaginação goza deleites.
Sobre o meu sonho sopra o vento
Fugaz, na madrugada o desalento.
No espaço escuto sons de desencanto
No livro da história, página em branco.