Tenho pena de vós,
Ó infelizes,
Ó tristes almas,
...sem eira nem beira,
espíritos errantes,
seres aberrantes
“animais” feridos,
a vida traz-vos,
sofridos ... e eu,
sou a vossa panaceia!
Sou a luz,
na vossa escuridão,
sou sorriso largo
no sabor doce ...amargo
da vossa ilusão,
sou a emoção,
a verdade ... mentira
com que enchem o coração!
Sou tudo o que têm,
Ó desgraçados
eu sou a afortunada,
que tudo vos dou,
... sem ter nada!
“Roxy”
99.12.05
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Os meus agradecimentos à autora.
Este poema (mais este) insere-se numa troca, para que convido todos
os leitores do intro.vertido.
Peço que me enviem para o e-mail.
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