janeiro 23, 2004

SEM ABRIGO


Tenho pena de vós,
Ó infelizes,
Ó tristes almas,
...sem eira nem beira,
espíritos errantes,
seres aberrantes
“animais” feridos,
a vida traz-vos,
sofridos ... e eu,
sou a vossa panaceia!
Sou a luz,
na vossa escuridão,
sou sorriso largo
no sabor doce ...amargo
da vossa ilusão,
sou a emoção,
a verdade ... mentira
com que enchem o coração!
Sou tudo o que têm,
Ó desgraçados
eu sou a afortunada,
que tudo vos dou,
... sem ter nada!

“Roxy”
99.12.05
---------/-------
Os meus agradecimentos à autora.

Este poema (mais este) insere-se numa troca, para que convido todos
os leitores do intro.vertido.
Peço que me enviem para o e-mail.
Não serão publicados textos considerados violentos ou ofensivos.

Publicado por João Norte em janeiro 23, 2004 04:02 PM
Comentários
Diz-me uma coisa, Roxy: estes poemas ficaram no passado ou têm uma continuidade presente, nomeadamente em 2003 e 2004? :)**** Afixado por: Sandra em janeiro 23, 2004 04:54 PM
Sim têm continuidade no presente. Afixado por: Roxy em janeiro 24, 2004 01:17 PM
Ainda bem, Roxy! Fico feliz, pelo muito que se perderia se assim não fosse. :)**** Afixado por: Sandra em janeiro 24, 2004 04:30 PM
Roxy axo k devia haver + sites sobre os sem abrigo Afixado por: rakel em abril 22, 2004 08:30 PM
roxy, axas q a vida dos sem abrigo pode melhorar??e komo?? isto vai durar pa sempre??? Afixado por: dany em abril 28, 2004 08:40 PM
oix eu gostei mt do poema so keria k m dixe-sem koisas sobre o conto do "o homem" de sophia d mellho breynera adresson kom os melhores komprimentos... Afixado por: nair varela em maio 3, 2004 03:33 PM