abril 30, 2005
Falta de vergonha
Ontem brinquei com a “conferência de imprensa dado pelo sr. Isaltino de Morais para anunciar a sua candidatura a presidente de câmara.
Porém, o homem merece ser tratado por aquilo que é. Não se trata de um cidadão que tem ou não tem uma investigação à sua declaração de património. Foi a ele próprio e em directo que ouvimos dizer que o dinheiro em causa (120.000 contos) que estava depositados no estrangeiro, eram de um sobrinho. Foi da sua boca que depois ouvimos dizer que se tinha esquecido. Mentiu e mentiu duas vezes.
Ninguém de boa fé se esquece de 120.000 contos, portanto este sr. pretendeu roubar o seu país.
Mentiu na declaração de património, mentiu perante a televisão dizendo que o dinheiro era do sobrinho, mentiu quando disse que se esquecera. É mentiroso. Fez dos outros cidadãos( eu incluído) parvos.
Este sr. não merece sequer continuar sem qualquer punição quanto mais apresentar-se a candidato de uma Câmara e falar como se fosse o mais impoluto dos cidadãos.
Publicado por João Norte em abril 30, 2005 12:43 PM
Subscrevo por baixo. Mas como ele não tem vergonha e pelos vistos quem o apoia e incentiva também não, só posso gritar como munícipe de Oeiras, vamos evitar que ele seja eleito. Com um abraço do Raul
Quem vive e convive com o poder não é impoluto nem sai incólume caso lá chegue "virgem" e cheio de sonhos.O poder é uma droga aceite por todos os que dela sobrevivem. A razão do desatino em que vivemos nada mais é do que os vómitos e as bebedeiras desses senhores, num caso de extrema dependência. Apenas isso. Fica bem,
É assim mesmo João, mais nada!
Um abração do
Zecatelhado
Compreendo e subscrevo a tua indignação...mas quantos Isaltinos há por aí?...se fosse só um...
Como já não passava há algum tempo por aqui, aproveito para assinalar a ambilidade das tuas visitas...
Um abraço do Morfeu
A grande questão é que a corrupção atingiu nível de Instituição Nacional.
"São todos bons rapazes", João Norte.
Um abraço ao meu amigo.
Eu diria que esse Sr. tem muita lata e pouca vergonha.