Outras não.
Quem me lê já sabe que tenho sempre uma tendência para criticar as políticas que nos governam. É uma minha forma de estar como cidadão que sente os seus problemas e os dos outros também.
Mas, se todo o governo, seja qual for a sua política, é sempre passível de crítica, há momentos em que é necessário saber criticar.
Já num texto anterior caricaturei o nosso primeiro ministro pela sua “febre” de cortar. Devo dizer que concordo com a maioria das medidas que pretende tomar e algumas são mesmo de aplaudir. Nesse mesmo texto eu digo que é preciso corrigir algumas, acertar outras.
Muita coisa havia (há) para fazer e parece não faltar vontade ao governante. Mas o primeiro ministro e os ministros meteram, lobos, raposas, cordeiros vadios, gatos e ratos tudo no mesmo saco a agitaram. Agitaram tanto que criaram um coro de aplausos de uns, críticas azedas de outros e invejas também.
Há muita confusão no ar, há muita gente a dar palpites do que não sabe, e, por isso, chegou a hora de não brincar com coisas séria e cada um dar o seu contributo honesto para uma discussão que é de todos, que não pode ser deixada só para o vizinho.
Continuará.