junho 28, 2006

O Peso do Silêncio






Edições Ecopy

Livraria

João Luís Norte, O Peso do Silêncio

Edições Ecopy - Porto 2006 - Preço 13,70 euros

Colecção On-Demand 7

O Peso do Silêncio é ficção e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

Os lugares referidos são concretos, as personagens criadas.

É um percurso que poderia ser de qualquer pessoa, um caminhar desde a adolescência. É um recriar de experiências, juntado vivências, encontros e desencontros, alegrias e dramas, onde as circunstâncias têm mais peso do que a frágil vontade humana.



Ficção

Preço: 13,70 €

2005 Macalfa.pt

Pag. Principal Sobre Nós Serviços Contactos


Já se encontra em imagem no site da Edições Ecopy.
Podem ver ( e encomendar) é bonito.

Vão lá espreitar.

Um abraço.


Publicado por João Norte em 12:26 PM | Comentários (8)

junho 22, 2006

Finalmente. O livro.

Já tenho comigo “ O Peso do Silêncio”
Será lançado no dia 14 de Julho pelas 21 horas, no Café Bar “ O Pópulos” no Parque D. Carlos I, em Caldas da Rainha.
Será apresentado pelos Drs Marina Ximenes e Carlos Carvalho.

Estão todos convidados.
Em breve estará à venda na Livraria Leituras no Porto, Buchholz em Lisboa, Livraria107 em Caldas da Rainha.
Seguir-se-ão outros pontos de venda.
Entretanto poderão pedi-lo pelo meu e-mail, terei o maior gosto em enviá-lo, ou para Edições Ecopy., ecopy@macalfa.pt

O preço é de 13, 70 euros.

Lamento não conseguir colocar aqui a imagem, mas acreditem que é bonito.

Um abraço a todos.

Publicado por João Norte em 09:28 AM | Comentários (73)

junho 06, 2006

Descobertas galáxias a dez mil milhões de anos-luz.

Velocidade da Luz = 300.000 quilómetros por segundo.

Muitas pessoas deviam pensar nisto.

Publicado por João Norte em 03:26 PM | Comentários (40)

junho 05, 2006

ECD/ 3

No texto anterior coloquei o meu número de filiado no PS.
Fi-lo não par puxar galões mas para que não continuar a receber comentários ou por e-mail acusando-me de fazer crítica por interesses partidários.
Sou dos mais antigos filiados no PS, isso nunca me impediu, nem impedirá, de criticar aquilo que entendo estar mal. Sou um homem livre que sempre se bateu por esse estatuto mesmo no tempo da repressão salazarista.

Fui (sou) professor durante 36 anos. O ensino é um mundo que conheço bem. Conheço as suas mazelas e os erros que têm cometido os sucessivos governos. Gostaria de ver um governo do PS a corrigir o que está mal, mas não vejo que esta ministra vá no bom sentido, antes pelo contrário. A Senhora fala do que não sabe e age exactamente em sentido contrário ao necessário.
Os resultados da reforma por ela proposta serão desastrosos e difíceis de corrigir.

A respeito deste problema recomendo a leitura de dois artigos publicados no público de hoje.
1- Na pág. 9, duma professora do Ensino Secundário.
2- “ “ 25 “ Olhar de medusa” Do ilustre professor do Ensino Superior Santana Castilho.

Vale a pena ler.

Publicado por João Norte em 10:13 AM | Comentários (1)

junho 03, 2006

Plano de Leitura para os civis.

Como toda a gente interessada fui ler o Plano Nacional de Leitura “boas intenções” do governo que, só agora, despertou para a falta de leitura dos portugueses.
Mais vale tarde que nunca.

No penúltimo parágrafo lê-se o seguinte:

- “No quadro da divulgação do Plano Nacional de Leitura junto da sociedade civil, (o destaque é meu) podem ser chamados a colaborar na sua execução escritores, ilustradores, criadores e outras entidades que se disponibilizem a participar em acções ou a promover iniciativas.”

Muito bem.

Só não percebo o adjectivo civil.

Então o plano é apresentado por militares? Os militares não precisam de ler? São os escritores e criadores que não fazem parte da sociedade civil?
O termo sociedade (sem adjectivos) parece mais abrangente

Publicado por João Norte em 01:52 PM | Comentários (5)

junho 01, 2006

Estive a dar uma olhadela à proposta de ECD (estatuto da carreira docente)

A Srª ministra não tem noção do MONSTRO que está a criar, ou então é louca.

Publicado por João Norte em 06:25 PM | Comentários (6)

Avaliação dos professores.

Este governo entrou em cena com dois grupos entalados na garganta. Vá saber-se porquê? Os funcionários públicos e os professores.

Ninguém ignora que o Ensino vai mal. O que muitos ignoram, ou preferem ignorar, são as causas desse mal.

Todos os manuais de sociologia (desde sempre) afirmam que “ a escola é o espelho da sociedade”.

Toda a gente bem intencionada sabe que a violência nas escolas corresponde à falta de autoridade generalizada, ao desprestígio a que têm sido votados os professores e à violência generalizada na sociedade. Não há educação familiar, não respeito por pessoas mais velhas, não respeito por hierarquias (isso de hierarquias é fascismo), não há valores.
Toda a gente bem informada sabe que o professor não tem sido avaliado pela sua qualidade pedagógica e pela exigência do saber ao seus alunos, mas pelo simples número, ainda que todos assistamos ao cada vez maior desconhecimento de saber básicos por parte dos que terminam a escolaridade.

A RTP apresentou uma reportagem que, infelizmente, é geral no panorama das nossas escolas. Não é como o Sr. Secretário de Estado se apressou a dizer, casos isolados. Não senhor! São o dia-a-dia em todas as escolas.
Mas o governo parece mais interessado em tapar o Sol com a peneira.

A Sr.ª Ministra da Educação, cheia de vontade de trabalhar, não teve uma palavra para dizer sobre este panorama, teve sim o dedo acusador, descendo mesmo à falta de respeito por toda uma classe que devia ser respeitada, contra os professores como responsáveis pela má educação dos nossos jovens e pelo insucesso escolar.
Como se isso não bastasse, quer sacudir a água do seu capote, criando mais um motivo de conflito ao pôr os pais a avaliar os professores.
Os professores sempre foram avaliados. É preciso aperfeiçoar? Com certeza.
Não é por aqui Sr.ª Ministra. Garanto-lhe que só vai piorar o panorama existente. Palavra de professor (reformado e com sucesso).

Infelizmente ouço poucas vozes a levantarem-se sobre este assunto, estamos mais preocupados com a selecção de futebol do que com a educação.


Publicado por João Norte em 02:39 PM | Comentários (24)

Dia Mundial da Criança.

Muita coisa se diz, muita coisa se escreve neste dia. Ainda bem. É sinal de que as crianças nos preocupam. De facto, as imagens que nos entram pela TV e outras que sabemos existirem não deixam indiferente qualquer pessoa digna desse nome. Porém, estas crianças não caíram do céu em pára-quedas, são o resultado da miséria que persiste no mundo. Será melhor olharmos para essa miséria, para as suas causas, e aí sim, veremos necessidade de fazer alguma coisa, caso contrário não passaremos de hipócritas tentando aquietar a nossa consciência.
Em Portugal, felizmente em menor escala do que noutras regiões do mundo, ainda existem muitas crianças mal tratadas, abandonadas, sem direitos de dignidade. Elas são, por vezes, o rosto mais visível da enorme ignorância e miséria, mais ou menos escondida que ainda se vive neste país onde alguns esbanjam o pouco que se produz.
Quando é dado à estampa qualquer caso, logo alguma impressa faz manchete, mas na maioria dos casos, não se refere às causas políticas, económicas e educacionais que lhe estão na raiz.
Se queremos ajudar as crianças, ataquemos os problemas políticos e sociais, as economias e os seus usurpadores.

Publicado por João Norte em 09:24 AM | Comentários (12)