E agora Oeste? Há anos que os investidores sonham com o aeroporto na Ota. A decisão do governo, hoje, veio lançar um balde de água fria no Oeste.
Embora, neste momento lamente, moro no Oeste, penso que os responsáveis autárquicos, mais do que ficarem a lamentar-se, devem procurar fazer do Oeste uma área de turismo e lazer limpo. O Oeste é riquíssimo em motivos culturais e históricos, as praias estão, ainda, razoavelmente conservadas, os aglomerados populacionais são relativamente pequenos. A febre dos lucros imobiliários e a construção desenfreada poderão pôr tudo a perder.
Uma das primeiras apostas para esta região será a linha-férrea do Oeste alargada e electrificada. Esperemos para ver a capacidade e posição da Associação de Municípios do Oeste.